Manutenção preventiva: menos imprevistos, mais produtividade

Entenda o que é quais são os benefícios de incluir a manutenção preventiva no planejamento da sua empresa.

Em um mercado extremamente competitivo, as empresas que se destacam são aquelas que não se acomodam e buscam sempre aprimorar seus processos. A manutenção preventiva é uma estratégia que diminui os riscos de imprevistos, aumenta a produtividade das máquinas e reduz custos.

Quer se aprofundar no tema? A Eletrorede preparou um conteúdo muito bacana para você! Continue a leitura e conheça os benefícios da manutenção preventiva.

O QUE É MANUTENÇÃO PREVENTIVA?

Quando pensamos em realizar a manutenção de equipamentos, geralmente estamos falando de corrigir uma falha já existente. Ao contrário das intervenções corretivas, atitudes tomadas a posteriori, a manutenção preventiva tem como objetivo principal evitar ou reduzir problemas no maquinário.

Não raro, indústrias precisam gerenciar situações de crise neste âmbito. Muitas vezes a falha no sistema é tão comprometedora que a produção precisa ser interrompida por tempo indeterminado. Como o próprio nome indica, a manutenção preventiva é usada no contexto de prevenção.

A ação é resultado de um monitoramento, avaliação e pequenos reparos para impedir falhas no desempenho das máquinas. Para estabelecer a periodicidade das intervenções e quais reparos serão realizados, é necessário considerar fatores estatísticos e as especificações do manual do fabricante. Esta prática permite que os equipamentos operem em condições próximas àquelas que tinha quando saiu de fábrica. Ou seja, evita perdas de performance, desgastes prematuros e a degradação das peças.

CONHEÇA AS VANTAGENS

Nos últimos anos, a manutenção preventiva conquistou o mundo. Não dava para esperar um resultado diferente, afinal ela é uma estratégia muito eficaz! Que tal conhecer alguns dos benefícios de adotar esta prática na sua empresa ou indústria?

  • CONTROLE DAS ATIVIDADES
    O fato da manutenção preventiva ser um procedimento previamente agendado, é possível ter um controle assertivo das atividades da empresa. Além disso, você saberá com antecedência quais serão os recursos necessários para garantir esta intervenção.
  • CONSUMO CONSCIENTE
    Com um planejamento bem definido, é possível estimar o consumo de materiais. Elimina-se, assim, a conveniência de manter equipamentos de reserva desnecessários para o processo de produção. Trabalhe com o seu estoque reduzido!
  • REDUÇÃO DE CUSTOS
    Em comparação ao custo de intervenções corretivas, a manutenção preventiva é muito mais barata. Avaliar e substituir apenas algumas peças de uma máquina em funcionamento custa menos do que se deparar com um imprevisto, investigar a causa do problema e arcar com o valor do conserto.
  • EVITA E PREVINE FALHAS NOS EQUIPAMENTOS
    Este fator traz benefícios em dobro! Além de reduzir os riscos de quebras, a manutenção preventiva aumenta a disponibilidade dos equipamentos. Garantindo que todo o processo funcione com excelência, elimina-se também impactos negativos na produção e nos lucros.
  • EVITE SURPRESAS
    Como a manutenção preventiva é previamente agendada, o planejamento orçamentário fica muito mais coerente com a realidade. Afinal, é possível prever os gastos com mão de obra e com as peças.
  • INVESTIMENTO NA PERFORMANCE
    A melhor alternativa para garantir o máximo desempenho dos equipamentos é a manutenção preventiva. É impossível eliminar toda a probabilidade de falhas, mas esta prática reduz significativamente o risco de imprevistos. Em outras palavras, ela garante confiabilidade para o maquinário.
  • MAIS SEGURANÇA
    Como já abordamos o assunto neste artigo, garantir a segurança dos funcionários no ambiente de trabalho é responsabilidade da empresa. A manutenção preventiva também evita que os operadores de máquina sofram acidentes.

Fato é: toda a empresa precisa fazer um planejamento bem definido. Neste caso, é fundamental incluir a manutenção preventiva neste conjunto de análises periódicas. Para garantir a eficiência desta prática, você precisa contar com uma equipe capacitada tecnicamente para identificar, antecipar e prevenir ante os problemas que podem aparecer com o tempo. 

A Eletrorede é especialista na manutenção preventiva de válvulas de controle, malhas de processo até painéis de comandos elétricos. Estamos preparados para atender as demandas específicas de cada cliente.

 Clique aqui para saber mais detalhes sobre a nossa atuação ou entre em contato conosco!

Eletrorede responde: o que fazer em caso de pequenos incêndios?

Aprenda como agir em situações de pequenos incêndios.

Ao executar uma obra ou reforma, é preciso pensar na instalação de uma infraestrutura para combater pequenos incêndios. Se antecipar é o grande segredo para minimizar riscos. Também é fundamental investir em um programa de educação preventiva. Assim, é possível capacitar as pessoas a agir com segurança!

Leia mais:  Segurança no trabalho: 5 práticas essenciais

Você sabe o que fazer em caso de pequenos incêndios na sua casa, fábrica ou empresa? Leia o texto para descobrir.

O TRIÂNGULO DO FOGO

Todo incêndio – de pequena, média ou grande escala – começa com uma reação química desencadeada por 3 elementos: combustível, comburente e calor (reação em cadeia). Entenda o que é e como cada fator influencia na combustão:

#1 COMBUSTÍVEL
Corresponde a qualquer material que possa ser oxidado. Eles podem estar em 3 estados:

  • Gasosos: gás hidrogênio, gás liquefeito de petróleo, acetileno, etc.
  • Líquidos: gasolina, álcool, óleo combustível, éter, etc.
  • Sólidos: algodão, madeira, papeis, etc.

Ainda neste assunto, os combustíveis líquidos se subdividem em duas categorias. Veja:

  • Voláteis: liberam vapor em temperatura ambiente e apresentam maior risco. Ex: álcool e gasolina.
  • Não voláteis: praticamente não liberam vapor e apresentam menor risco. Ex. graxa e tintas.

#2 COMBURENTE
Elemento simples, mas indispensável para gerar a combustão. O comburente é o gás oxigênio (O2) – que reage ao entrar em contato com o combustível.

 #3 CALOR (REAÇÃO EM CADEIA)
Para fazer uma fogueira é preciso mais do que alguns pedaços de madeira (combustível) em contato com o oxigênio (comburente). O fogo só começa quando o calor de um fósforo – por exemplo – fornece a energia necessária para a reação química continuar.

COMO COMBATER PEQUENOS INCÊNDIOS?

Para combater um incêndio com segurança, é preciso remover um dos fatores que compõem o triângulo do fogo. A Eletrorede preparou um resumo para te ajudar a entender mais sobre o assunto. Veja só:

A. ELIMINE O COMBUSTÍVEL
Em incêndios de classe B (com líquidos que queimam na superfície e deixam resíduos) e C (com equipamentos elétricos) este método é o mais indicado.

Neste caso, basta retirar o material do local. Se o gás da sua cozinha está aberto, por exemplo, é preciso desligar o botão para que eliminar o combustível de uma possível reação.

B. ELIMINE O COMBURENTE
Imagine a seguinte situação: você está cozinhando com óleo e a frigideira começa a pegar fogo. O que você faz? Se a resposta foi jogar água, é melhor rever suas atitudes. Neste caso, a água poderia causar uma explosão de óleo quente – ocasionando queimaduras na sua pele.

A alternativa certa é desligar o fogo e colocar um pano úmido por cima da frigideira – impedindo que o oxigênio entre em contato com as chamas. Para eliminar o comburente, basta cortar o contato entre o combustível e o oxigênio usando a técnica do abafamento por uma cobertura.

C. ELIMINE O CALOR
Este é um dos principais métodos de se combater um incêndio – principalmente os de classe A (combustíveis sólidos que queimam na superfície e na profundidade deixando resíduos). Para eliminar o calor, basta diminuir a temperatura. Os extintores são as ferramentas mais indicadas para esta tarefa.

Lembre-se: existe um extintor apropriado para cada tipo de incêndio. Preste atenção nesta sinalização! Do contrário, você pode piorar a situação e transformar pequenos incêndios em grandes.


PRINCIPAIS TIPOS DE EXTINTOR

Conheça as quatro categorias de extintores e saiba em qual classe de incêndio usar cada um:

  • EXTINTOR À BASE DE ESPUMA – Incêndio Classe A e Classe B
    Materiais sólidos como madeira, papel ou tecido – que, após a combustão, geram resíduos como cinzas e carvão. Também pode ser utilizado em incêndios com líquidos e gases inflamáveis ou em sólidos que derretem para entrar em combustão – como a parafina, por exemplo.
  • EXTINTOR H2O Incêndio Classe A
    Materiais sólidos como madeira, papel ou tecido – que, após a combustão, geram resíduos como cinzas e carvão.
  • EXTINTOR DE PÓ QUÍMICO (BICARBONATO DE SÓDIO) – Incêndio Classe B e Classe C
    Pode ser utilizado em incêndios com líquidos e gases inflamáveis ou em sólidos que derretem para entrar em combustão – como a parafina, por exemplo. Também é a categoria mais indicada para combater incêndios em equipamentos elétricos.
  • EXTINTOR DE GASES E VAPORES INERTES (GÁS CARBÔNICO, VAPOR D’ÁGUA E NITROGÊNIO) – Incêndio Classe B e C
    Assim como o extintor de pó químico, ele pode ser utilizado em incêndios com líquidos e gases inflamáveis ou em sólidos que derretem para entrar em combustão. Também é a categoria usada para combater incêndios em equipamentos elétricos.

DICAS PARA UTILIZAR O EXTINTOR

Ao enfrentar situações de pequenos incêndios, o extintor é a ferramenta mais indicada. Contudo, é preciso se atentar a alguns detalhes importantes:

  • VERIFIQUE ANTES DE USAR
    Você precisa analisar as condições do extintor antes de usá-lo. Confira se os lacres não foram violados, se está dentro do prazo de validade e se está com o selo de qualidade do INMETRO.

Verifique se o indicador de pressão está na faixa verde. Se estiver na vermelha, não é seguro utilizar aquele extintor.

  • REGRAS DE UTILIZAÇÃO
    O primeiro passo é retirar a trava da válvula e se certificar que o lacre foi rompido. Você sempre deve segurá-lo na posição vertical! Depois, aponte a mangueira em direção à base das chamas – sempre de uma distância segura.

Existem extintores que não possuem mangueira. Se este for o seu caso, não se preocupe! O importante é direcionar o jato sempre para a base do fogo.

EM CASO DE INCÊNDIO: MANTENHA A CALMA!

Antes de agir para combater pequenos incêndios, é fundamental tomar alguns cuidados. Confira a altura do fogo – isto, é claro, se a fumaça não estiver dificultando sua respiração ou atrapalhando a visualização do foco das chamas. Se a temperatura do ambiente estiver alta ao ponto de impedir sua permanência no ambiente, deixe o local imediatamente!

Não dá para eliminar totalmente a possibilidade de um incêndio, mas é possível equacionar os riscos! A Eletrorede tem sólida experiência no desenvolvimento de projetos e instalação de infraestrutura de combate a incêndio para clientes de diversos segmentos.

 Ficou interessado (a)? Entre em contato conosco e solicite um orçamento!

Rede Subterrânea: conheça os benefícios

Descubra as vantagens de investir na rede subterrânea – um dos modelos de distribuição de energia.

Imagine caminhar pela cidade, olhar para o céu e não ser atrapalhado (a) por inúmeros postes com fios entrelaçados. A instalação de uma rede subterrânea pode transformar a paisagem de um lugar – mas não para por aí. Os benefícios vão muito além da estética!

Quer entender mais sobre o tema? Então, continue a leitura. Este texto foi feito para você!

REDE SUBTERRÂNEA: ALTERNATIVA DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA

Assim como acontece nas redes de água e saneamento, em projetos de rede subterrânea toda a fiação é transferida para galerias localizadas no subsolo. Este modelo de distribuição de energia já é uma realidade nos países desenvolvidos. É muito comum encontrar trechos urbanos sem fiação aérea.

No Brasil, o cenário ainda é um pouco diferente. Por não ser um tema muito abordado, é difícil enxergar a viabilidade e as vantagens de investir em um projeto como este. É preciso enxergar esta mudança como uma oportunidade de investimento. Afinal, este modelo de distribuição é uma alternativa que traz inúmeras vantagens para todos os públicos envolvidos: desde as concessionárias de energia até a população em geral.

Leia mais: Indústria 4.0: como ela vai impactar o seu negócio?

CONHEÇA OS BENEFÍCIOS

O primeiro pensamento em relação ao processo de enterramento da fiação sempre está ligado à questão estética. É preciso ampliar este pensamento! A instalação de uma rede subterrânea gera impactos muito positivos quando o projeto considera a revitalização e reurbanização do local.

Em relação ao modelo de fiação aérea, as redes subterrâneas se apresentam como uma alternativa muito mais moderna. Sabe por quê? Muito simples! Elas estão melhor protegidas e sofrerão menos impacto com as interferências do meio.

Veja as principais vantagens de investir na rede subterrânea como alternativa principal de distribuição de energia:

  • ESTÉTICA
    Com postes, transformadores e cabos elétricos em galerias no subsolo a paisagem urbana fica muito mais agradável! É possível plantar mais árvores, já que, sem os fios não há perigo de acidentes.

A sensação de bem-estar nas pessoas aumenta bastante – afinal, a rua se torna um ambiente charmoso e acolhedor. Tal fato também gera impacto no movimento comercial e valoriza os imóveis da região.

  • SEGURANÇA
    A rede subterrânea é uma alternativa de distribuição que aumenta a segurança das pessoas na cidade. Como? Não existirão mais colisão de carros em postes! Além disso, as crianças que empinam pipa não estarão expostas ao perigo de sofrer acidentes com a energia elétrica por conta das fiações.
  • REDUZ CUSTOS DE MANUTENÇÃO
    Com a fiação em galerias subterrâneas, a rede fica protegida do desgaste com fenômenos naturais ou outras interferências externas. Este investimento resulta custos menores de operação e manutenção corretiva.

Como os equipamentos são de grande durabilidade e funcionam de maneira automatizada, é possível transferir cargas de energia automaticamente – basta realizar o comando no Centro de Operação.

  • MENOS RISCOS DE TRANSTORNO OPERACIONAL
    No que diz respeito à eficiência na distribuição de energia, o modelo de redes subterrâneas reduz consideravelmente a possibilidade de descargas elétricas e apagões.
  • ACESSIBILIDADE NOS ESPAÇOS PÚBLICOS
    Sem postes atrapalhando o caminho, as pessoas com deficiência (PCDs) terão maior acessibilidade, mobilidade e autonomia para se locomover pela cidade.
  • SATISFAÇÃO PARA TODOS
    Todos os públicos de interesse ficam satisfeitos com esta alternativa de distribuição de energia. O Estado, as concessionárias e a população em geral desfrutam da qualidade e vantagens que a rede subterrânea oferece.
  • PROCESSO LIMPO
    Atualmente já existem tecnologias de perfuração que geram menos transtorno no processo de instalação. É possível reduzir a movimentação dos equipamentos e continuar permitindo a movimentação de pedestres e veículos nas proximidades do local.

Viu só? A instalação de rede subterrânea é um investimento com custo-benefício excelente!

Se você ficou interessado (a) por esta alternativa, entre em contato conosco! Com muita experiência no mercado, nosso trabalho é reconhecido pela experiência e qualidade nos serviços elétricos para concessionárias de energia e obras em loteamentos comerciais, residenciais e industriais.

 Não importa o segmento – a Eletrorede é a solução certa para viabilizar o seu projeto!

Indústria 4.0: como ela vai impactar o seu negócio?

Entenda o que é e como a sua empresa pode se beneficiar com a Indústria 4.0.

Provavelmente você já ouviu falar na Revolução Industrial. Este processo influenciou diversos aspectos da vida cotidiana na época. Começou com a transição dos métodos artesanais para a produção por máquinas – gerando novos meios de produzir e distribuir energia. A grande questão é: qual a relação deste acontecimento histórico com a Indústria 4.0? Leia o texto para descobrir!

INDÚSTRIA 4.0: ENTENDENDO O CONCEITO

A tecnologia mudou a maneira que consumimos informação e como nos relacionamos uns com os outros. Tal fato nos transporta a um novo período histórico da humanidade: a quarta Revolução Industrial. Mudanças que irão transformar, mais uma vez, o funcionamento do mundo e impactar a nossa rotina.

A Indústria 4.0 veio para movimentar a economia, elevar os padrões de vida e gerar empregos qualificados. Este conceito surgiu em 2011, na Feira de Hannover. Incentivada pelo Governo alemão junto a empresas de tecnologia e centros de pesquisa, a iniciativa propõe a descentralização do controle dos processos ao longo de toda a cadeia de produção. Tudo isso, é claro, inserindo uma grande quantidade de dispositivos tecnológicos conectados entre si.

Em resumo, trata-se de uma equação simples:

Trabalho Colaborativo
+
Inovações Tecnológicas [Automação, controle e tecnologia da informação] +
Setores Industriais e Processos de Manufatura
=
Eficiência Operacional

O setor industrial brasileiro, de acordo com especialistas, apresenta um déficit no acompanhamento das tendências. Grande parte das indústrias ainda está engatinhando neste sentido. A maioria se encontra na transição da Indústria 2.0 [utilização de energia elétrica e linhas de montagem] para a Indústria 3.0 [automação por meio da robótica, programação e eletrônica].

Em 2016, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizou um estudo interessante. Nesta pesquisa foi descoberto que apenas 58% da amostra (2225 fábricas) já tem ciência da importância de investir em tecnologias para aumentar a vantagem competitiva. Um número relativamente grande. Entretanto, menos da metade investe neste setor.

CONHEÇA OS PRINCÍPIOS

A implantação da Indústria 4.0 nas fábricas segue alguns princípios de desenvolvimento. Veja quais são eles:

1) MODULARIDADE
Capacidade de produzir de acordo com a demanda – utilizando os recursos de acoplamento e desacoplamento dos módulos no processo. Isto possibilita a criação de alternar com facilidade as atividades das máquinas.

2) VIRTUALIZAÇÃO
Sistemas de simulação já ficaram ultrapassados. A Indústria 4.0 sugere o desenvolvimento de uma espécie de “cópia virtual” das fábricas inteligentes. Por meio de sensores espalhados pela planta, é possível monitorar remotamente e rastrear todos os processos.

3) POSSIBILIDADE E ESTRUTURA PARA OPERAÇÃO EM TEMPO REAL
Os dados são coletados de forma instantânea – servindo como base e possibilitando a tomada de decisão em tempo real.

4) DESCENTRALIZAÇÃO DE PROCESSOS
Um dos pilares mais interessantes da Indústria 4.0, a descentralização acontece com o objetivo de melhorar os processos de produção. Como as máquinas fornecem dados importantes sobre o ciclo de trabalho, será possível arquitetar as decisões por meio do sistema cyber-físico – levando em consideração as necessidades em tempo real.

5) SOFTWARE COM FOCO EM SERVIÇOS
O conceito de Internet of Services (em português, Internet dos Serviços) oferece inúmeras possibilidades de atuação. Vai além do simples monitoramento de dados. O software também pode fornecer informações essenciais sobre os dispositivos. Esta análise serve como base para insights e inputs críticos com foco em aprimorar o processo.

Um termostato conectado a um IP, por exemplo, pode mostrar alternativas de eficiência energética para economizar na conta de luz.

COMO A INDÚSTRIA 4.0 VAI IMPACTAR O SEU NEGÓCIO?

Assim como as três Revoluções Industriais passadas, a chegada da Indústria 4.0 trará mudanças que afetarão não só o mercado, mas a nossa vida. Em um contexto cada vez mais competitivo e exigente, a empresa que não investe na criação ou implantação de novos modelos de negócio acaba morrendo na praia.

Veja alguns exemplos de como este processo pode impactar o seu negócio:

  • ADAPTAÇÃO AO NOVO PADRÃO DE INDÚSTRIA
    As empresas precisarão investir na adequação ao modelo de fábricas inteligentes. Para que isso aconteça, a tecnologia é peça fundamental no que diz respeito a garantir a viabilidade desta adaptação.

Será necessário realizar muitas pesquisas nos campos de segurança, interação máquina-máquina e confiabilidade da produção.

  • NOVAS DEMANDAS PARA OS PROFISSIONAIS
    Como em todo processo de mudança, as demandas também se transformam. Algumas necessidades deixam de existir e abrem espaço para novas. Por exemplo, a mão de obra automatizada vem ganhando espaço na indústria e robôs passaram a substituir pessoas. Parece um cenário muito ruim, mas há o outro lado da moeda! Começam a surgir novas demandas nas áreas de pesquisa e desenvolvimento – tarefa que é realizada por profissionais extremamente capacitados.

É importante entender que a Indústria 4.0 não surge como uma inimiga dos humanos. Ao contrário, ela vem para aprimorar processos criados por pessoas e otimizar o tempo – a fim de permitir novos insights por parte dos pesquisadores.

  • FOCO NO CLIENTE
    Pensando em atender um público que se mostra mais exigente, as empresas começaram a investir em equipamentos mais modernos. Estes possibilitam a customização de cada produto de acordo com as necessidades ou demandas específicas de cada cliente.

As fábricas inteligentes tornam esta variável do processo de produção uma realidade. Hoje já é possível levar em conta as preferências de cada consumidor.

Assim como a Indústria 4.0, a atuação da Eletrorede no mercado é pautada pela inovação de projetos – de acordo com a necessidade do cliente.

 Quer saber mais sobre os nossos serviços na área industrial? Acesse o link para conferir ou, se preferir, entre em contato conosco. Ficaremos felizes em entender as necessidades da sua empresa e esclarecer todas as suas dúvidas!

Segurança no trabalho: 5 práticas essenciais

Não importa complexidade da obra ou instalação a ser executada, pensar em segurança no trabalho é uma prática fundamental para o sucesso de um projeto.

Imagine a situação: um operário está procurando uma ferramenta. Enquanto caminha pelo canteiro de obras, tropeça em uma pilha de entulho, se desequilibra e bate a cabeça. O risco de sofrer um acidente é grande – ainda mais no contexto da construção civil. Histórias como esta são bastante comuns, infelizmente. Continue a leitura para saber mais e aprender como inserir a segurança no trabalho na rotina da sua equipe!

SEGURANÇA NO TRABALHO: CONCEITO E ESTATÍSTICAS

Você sabe qual é a definição de acidente de trabalho? Ao olhar a Constituição brasileira, você irá encontrar a seguinte descrição:

“(…) o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício do trabalho dos segurados referidos (…), provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.”
Artigo 19 – Lei nº8.213/91

Segundo pesquisas, atualmente, o Brasil é o 4º país no mundo com o maior número de ocorrências de acidentes no período de trabalho. O primeiro lugar fica com a China – seguida da Índia e Indonésia. Outro dado interessante foi revelado no último Anuário Estatístico da Previdência Social (2015). Nele consta que a construção civil é o 5º setor econômico com maior número de acidentes e o 2º mais letal.

O bem-estar e a saúde do trabalhador no canteiro de obras são de responsabilidade da empresa contratante. Estas organizações precisam de ações práticas para cuidar da segurança de cada funcionário no ambiente de trabalho. Este é um assunto tão sério que exige a fiscalização oficial de diversos órgãos – desde associações de bairro até o CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) e o Ministério do Trabalho.

É importante pensar na segurança no trabalho como um investimento. Afinal, a negligência com os deveres e direitos dos funcionários é um atalho para o prejuízo e dores de cabeça.

DE OLHO NAS DICAS!

Veja 5 práticas essenciais que a Eletrorede separou para cuidar da segurança das suas equipes:

#1 PLANEJAMENTO EM PRIMEIRO LUGAR
Planilhas, cronogramas, orçamentos… todas as ferramentas de planejamento são fundamentais para minimizar os riscos de imprevisto em qualquer projeto. No caso de uma reforma, instalação ou obra, não é diferente!

Considere no orçamento da obra o investimento na segurança da equipe. Pesquisas apontam que, para cada R$1 investido, são economizados R$3 em custos de acidentes – como despesas médicas e ações na justiça.

Faça um levantamento de todos os riscos! Desta forma, construtora e mestre de obras poderão definir estratégias de prevenção coerentes com a realidade.

#2 TENHA SEMPRE EM VISTA AS NORMAS DE SEGURANÇA DO TRABALHO
O Ministério do Trabalho disponibiliza as Normas Regulamentadoras (popularmente conhecidas como NR). São direcionamentos relativos à segurança e medicina do trabalho – que devem ser cumpridos obrigatoriamente por empresas públicas e privadas que adotem o regime CLT.

Tanto o empregador, quanto os funcionários devem se atentar ao cumprimento destas regras. Afinal, qualquer deslize pode gerar prejuízo para ambas as partes. Quando todos estão trabalhando em prol do mesmo ideal, fica mais fácil garantir um ambiente seguro!

Para fazer o download gratuito de todas as NRs, clique aqui.


#3 UNIFORME COMPLETO E EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO CERTIFICADOS
Antes de colocar as mãos à obra, certifique-se de fornecer aos funcionários todos os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) necessários para executar cada tarefa. Além disso, é responsabilidade do contratante fiscalizar o uso destes equipamentos.

A Contricon (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário) fez uma pesquisa que revelou dados interessantes. O estudo indica que o grande número de acidentes de trabalho na construção civil está relacionado, principalmente, à falta de uso de capacetes, luvas, óculos de proteção e outros EPIs.

A NR-6 trata exclusivamente deste tema. Acesse o link para conferir na íntegra.

#4 CAPACITE, TREINE, FISCALIZE
Sua equipe sabe como agir em caso de algum acidente? Crie um processo para que os próprios funcionários possam identificar, reportar riscos e lidar com situações de crise. O treinamento é fundamental para garantir a segurança no trabalho.

Promova capacitação adequada de todos e invista na fiscalização dos acordos estabelecidos. Incentive, motive e engaje os colaboradores a adotar estas práticas. Este é um assunto sério e deve ser tratado como tal!

#5 FAÇA MANUTENÇÃO PREVENTIVA
A última dica é extremamente importante quando o assunto é segurança no trabalho!

Faça revisões periódicas e manutenção preventiva em todas as máquinas utilizadas na execução da obra ou nas instalações do projeto. Desta forma, os funcionários poderão explorar a capacidade de todos os equipamentos sem a preocupação com acidentes de trabalho.

Dica: elabore um cronograma de manutenção preventiva de todas as máquinas utilizadas pela construtora. Assim, você minimiza riscos e tem o controle do que está em perfeito estado de funcionamento.

Para a Eletrorede, garantir a segurança dos funcionários é fundamental! Temos sólida experiência no cumprimento às Normas Regulamentadoras. Ficou interessado (a)? Entre em contato conosco para saber mais detalhes sobre a execução do seu projeto.