5 formas de resolver conexões hidráulicas malfeitas

Vazamentos, infiltrações, contaminação e baixo fluxo de água nas torneiras e chuveiros… Esses são apenas alguns dos problemas causados por conexões hidráulicas malfeitas, gerando desperdícios e muitos transtornos.

Diante de tantas falhas, a intervenção de um profissional qualificado é a melhor escolha. No entanto, é preciso saber exatamente o que fazer para evitar que o problema se agrave e garantir que a solução implementada seja eficiente e definitiva.

Pensando nisso, selecionamos alguns problemas recorrentes em sistemas hidráulicos e vamos ajudá-lo a corrigi-los da maneira ideal. Confira!

Os principais problemas encontrados em instalações hidráulicas

Antes de falarmos sobre a resolução dos erros encontrados nas instalações hidráulicas, é importante entender melhor que tipo de situação contribui para que eles surjam. Afinal, conhecer a raiz do problema é o primeiro passo para evitá-lo no futuro. Confira!

Problemas na distribuição de água

É provável que, ao longo de sua atuação na área, você encontre infraestruturas hidráulicas com um problema simples de ser identificado: instalação de sifões que formam um “U” invertido. Infelizmente, isso ainda é comum e pode ser bem prejudicial ao edifício.

O erro contribui para a formação de vácuo e bolhas de ar no encanamento, gerando uma saída de água descontínua nas torneiras e chuveiros. Além do transtorno, isso pode queimar a resistência e até mesmo o aparelho.

Tubulações desprotegidas

Os tubos de PVC são materiais que sofrem com a ação do tempo e da natureza. O material é muito usado em instalações hidráulicas, mas nem sempre recebe a proteção que merece.

Devido a isso, a superfície externa das tubulações começa a dar sinais de ressecamento e de perda de resistência, o que pode causar rachaduras e vazamentos, uma vez que elas continuam sendo exigidas sem passar por manutenções.

Diâmetro das válvulas de descarga inadequado

Outra falha fácil de ser encontrada em prédios residenciais e comerciais está relacionada ao diâmetro da válvula de descarga. Nesse caso, o profissional responsável pelo projeto não leva em consideração as pressões existentes, o que acaba desencadeando problema recorrentes.

Vale destacar que o ideal é que sejam utilizadas válvulas com DN 1 ¼” nos pavimentos inferiores e com maior pressão e com DN de 1 ½” nos pavimentos superiores.

Uso de materiais de baixa qualidade

Mesmo diante da importância e necessidade de se reduzir os custos das construções e reformas, a escolha dos materiais utilizados na instalação hidráulica de um prédio deve ser criteriosa e responsável.

Apesar disso, nem todos os profissionais estão atentos às exigências necessárias para a correta execução do projeto e acabam investindo em materiais de baixa qualidade. Com isso, o que poderia ser uma economia se transforma em problemas como vazamentos e manutenções frequentes.

5 formas de resolver problemas em conexões hidráulicas

Conforme visto, é possível encontrar inúmeros erros em conexões hidráulicas. Hábitos e escolhas que parecem inofensivas podem gerar grandes transtornos e prejuízos e, por isso, é preciso se dedicar de verdade a essa tarefa.

A boa notícia é que, mesmo após o surgimento das primeiras consequências negativas, é possível reverter a situação e garantir que o sistema volte a funcionar de maneira adequada. Confira algumas dicas!

1.      Fique atento aos vazamentos

Os vazamentos estão entre os problemas mais recorrentes em edifícios, mas acabar com eles exige atenção e dedicação. Como você sabe, o encanamento pode sofrer uma grande pressão e isso é suficiente para gerar a corrosão, o afrouxamento e até o seu rompimento.

Nesse caso, a melhor estratégia é fazer uma análise precisa do sistema, ficando atento a sinais que podem indicar a perda de água, como presença de fungos, mofo, escurecimento do cano e poças.

2.      Faça manutenções periódicas

A realização de manutenções periódicas em conexões hidráulicas é essencial para a prevenção de problemas e a identificação precoce de problemas. Isso evita o desperdício e a suspensão no fornecimento de água — situações que prejudicam bastante os usuários.

Sendo assim, a dica é montar um cronograma de inspeção do sistema, dando um foco maior a áreas críticas e que costumam dar mais problemas.

3.      Confie o trabalho a uma empresa qualificada

Contar com o auxílio de empresas sérias e qualificadas pode eliminar muitos transtornos e garantir que as conexões hidráulicas estejam sempre em perfeito estado de funcionamento.

É importante observar que a economia com a contratação de profissionais mais baratos nem sempre é vantajosa. Na maioria dos casos, os reparos realizados são apenas paliativos e não resolvem o problema.

4.      Verifique o medidor de água com frequência

Verificar o medidor de água é uma das maneiras mais simples e eficazes de se identificar vazamentos. Em geral, quando todas as torneiras e chuveiros estão fechados, o fluxo de água deve ser interrompido e o marcador para.

Por isso, faça esse processo, anote os números e volte a conferir algum tempo depois. Caso perceba um aumento no consumo, é importante verificar com atenção os pontos mais críticos e ir em busca da causa do problema. Lembrando que pequenos vazamentos nem sempre são fáceis de serem detectados.

5.      Examine as conexões com atenção

Por fim, para acabar com os problemas existentes nas conexões hidráulicas, é essencial examiná-las de uma forma mais analítica.

Observe o funcionamento dos dois sistemas de encanamento com atenção: o de abastecimento (responsável por levar a água até as torneiras) e o de esgoto (responsável por retirar a água suja).

Ao longo deste post, você conheceu os principais problemas encontrados em conexões hidráulicas e aprendeu a solucioná-los de maneira simples, rápida e segura. Além de seguir as dicas acima, é muito importante garantir que todos os processos e reparos sejam realizados de acordo com as boas práticas da engenharia hidráulica, daí a necessidade de confiar esse serviço a quem tem preparo e experiência.

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Tudo o que você precisa saber sobre rede elétrica aérea em média tensão

Falar sobre rede elétrica aérea de média tensão é muito importante. Afinal, esse sistema é fundamental para que o consumidor receba energia em casa e consiga usufruir de suas comodidades e benefícios.

Apesar disso, há muitas dúvidas e incertezas sobre o tema. Aliás, muitos engenheiros e profissionais da área consideram o assunto complexo e repleto de situações sem uma explicação clara e adequada.

Para acabar com esse problema, trouxemos para o blog este conteúdo com informações e dicas importantes sobre esse importante sistema de transmissão de energia. Acompanhe!

O que é uma rede elétrica aérea?

A rede elétrica aérea é a mais utilizada no Brasil e se baseia no uso de cabos aéreos, com revestimento isolante, para o transporte da energia que sai das usinas e geradores até o consumidor.

Esse sistema conta ainda com a presença de grandes torres de metal, podendo ser de alta, média e baixa tensão. A ideia é que a alternância desses níveis durante o trajeto faça com que a energia elétrica chegue ao destino de maneira segura e eficiente.

Sendo assim, podemos dizer que uma rede elétrica aérea é aquela que visualizamos nos cabeamentos dentro e fora das cidades — contrário da subterrânea, que é estruturada abaixo do solo.

O que caracteriza uma rede elétrica de média tensão?

Por padrão, as linhas de transmissão de energia elétrica no país devem ser classificadas levando em consideração o nível de tensão de sua operação. Nesse caso, cada uma das faixas é representada por um código:

  • A1 – Tensão de fornecimento igual ou superior a 230 kV;
  • A2 – Tensão de fornecimento entre 88 kV e 138 kV;
  • A3 – Tensão de fornecimento de 69 kV.

É importante destacar que as empresas que atuam com distribuição de energia podem operar com linhas de média e baixa tensão, ou redes primária e secundária, respectivamente.

Nesse sentido, é possível dizer que redes de média tensão têm uma tensão elétrica entre 2,3 kV e 44 kV. Elas são facilmente encontradas e visualizadas nas ruas e avenidas urbanas e são compostas por três cabos aéreos sustentados por postes de concreto.

Em relação às redes de baixa tensão, é preciso saber que elas operam com uma tensão que varia de 110 a 440V e utilizam os mesmos postes de concreto das redes de média tensão, porém estão localizadas abaixo desse cabeamento.

Quais são os tipos de redes de distribuição aérea?

Seguindo com o post, agora é hora de conhecer um pouco mais sobre os tipos de redes de distribuição de energia elétrica aérea. Sobre isso, você precisa saber que existem três modelos básicos: o convencional, a compacta e a isolada. Confira!

Rede de distribuição aérea convencional

Como o nome sugere, esse é o modelo mais comum e utilizado no país. Entretanto, uma de suas principais características é a falta de isolamento nos condutores elétricos, o que acaba tornando-a mais vulnerável e insegura, inclusive com um risco maior de curto-circuito.

Rede de distribuição aérea compacta

Esse modelo pode ser considerado um avanço em relação ao anterior, pois é mais seguro e estável. Além dos condutores receberem uma camada de isolante, essa rede é mais compacta, ou seja, ocupa menos espaço que a convencional.

Rede de distribuição aérea isolada

A rede de distribuição aérea isolada, como o nome nos leva a entender, é mais protegida do que as demais. Isso acontece porque os condutores recebem uma boa camada de isolação, o que permite, inclusive, que sejam trançados. No entanto, é válido destacar que o modelo é mais caro e, por isso, é destinado a casos especiais.

Quais são as desvantagens da rede elétrica aérea?

Não é difícil concluir que a grande maioria das redes elétricas existentes no Brasil são do modelo aéreo. Isso é facilmente percebido por meio de uma rápida observação, mas é necessário olhar para essa situação com mais atenção.

De fato, mesmo estando acostumados a trabalhar com esse tipo de rede, ele apresenta pontos negativos que precisam ser avaliados pelos profissionais da área. Isso porque, além da poluição visual, ela traz outros riscos e problemas, como:

  • Maior demanda de manutenção, o que representa mais gastos e possível suspensão do fornecimento de energia;
  • Os cabos estão mais expostos ao risco de rompimento causado por ventanias, chuvas, queda de árvores e até acidentes de trânsito;
  • Expõe o usuário a riscos de choques, especialmente no caso de rompimento do cabeamento e obras próximas à rede;
  • Exigem uma logística maior para serem manuseadas, o que pode demandar o fechamento de ruas e a suspensão do fornecimento de energia por longos períodos;
  • Traz riscos aos engenheiros e técnicos que precisam trabalhar em alturas elevadas para realizar manutenções e ajustes.

Apesar de tudo isso, é importante mencionar que a instalação de uma rede elétrica aérea é mais barata do que a subterrânea. Com isso, nem sempre é viável abandoná-la, cabendo aos profissionais responsáveis um estudo aprofundado sobre as melhores estratégias para deixá-la mais segura e eficiente.

Conseguiu sanar todas suas dúvidas sobre a rede elétrica aérea? Se você atua na área, é importante se atualizar e buscar mais informações sobre o tema, pois seu trabalho pode se tornar muito mais produtivo. Afinal, uma das qualidades que o mercado mais requisita na área de engenharia elétrica é a aplicação de técnicas e conceitos inovadores. Pense nisso!

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Análise Termográfica: Saiba o que é e como funciona.

A Análise Termográfica é uma prática muito comum nas manutenções preditivas, proporcionando mais eficiência e durabilidade aos equipamentos. Ainda assim, há muitas dúvidas sobre o tema e, por isso, decidimos falar um pouco mais sobre ele aqui no blog.

Como você sabe, o uso de máquinas é essencial para a operação e produção industrial. Por esse motivo, é necessário garantir que elas estejam sempre em bom estado de conservação e aptas a exercer suas funções.

Continue a leitura e veja como a Análise Termográfica pode ajudá-lo com essa tarefa!

O que é Análise Termográfica?

A Análise Termográfica é o procedimento responsável por detectar a radiação infravermelha emitida por máquinas e equipamentos, com o intuito de atestar sua eficiência e seu funcionamento.

Essa é uma técnica não invasiva, ou seja, que não atrapalha a operação do maquinário. Além disso, é eficaz na identificação de alterações de temperatura que, geralmente, indicam uma falha ou dificuldade de funcionar.

Vale lembrar que a facilidade e rapidez com que o procedimento pode ser realizado faz dele um dos mais importantes e utilizados dentro do cotidiano industrial. Afinal, os benefícios são expressivos e o esforço e o custo são reduzidos.

Como funciona a Análise Termográfica?

Como dissemos, a Análise Termográfica faz parte das ações executadas durante uma manutenção preditiva e é muito rápida no processo de medição de informações e preservação das máquinas. Mas, afinal, como ela funciona?

Em primeiro lugar, é necessário entender que a técnica torna possível a visualização de elementos que não seriam possíveis a olho nu. Assim, ela amplia nossa visão, nos permitindo identificar o espectro infravermelho.

No cotidiano industrial, esse tipo de análise permite que o engenheiro ou profissional da área averigue as condições de funcionamento das máquinas, visualizando a temperatura de circuitos e quadros de energias de média e baixa tensão.

Mas isso não é tudo! O procedimento é tão útil e eficaz que facilita a análise de diversos ambientes produtivos, como:

  • Instalações elétricas;
  • Linhas de alta-tensão;
  • Nobreaks;
  • Subestações;
  • Cabines de entradas de energia.

Quais as falhas podem ser identificadas com a Análise Termográfica?

Não restam dúvidas de que a Análise Termográfica pode (e deve) ser usada por empresas de todos os portes e segmentos. Ela é uma grande aliada dos gestores e amplia os resultados obtidos com a manutenção preditiva.

Um dos principais motivos para que seja realizada é a fácil identificação de falhas e problemas nos equipamentos. Em geral, a desregulação gera mais calor do que o comum, tornando o diagnóstico mais rápido e assertivo.

Veja, agora, os principais problemas que podem ser percebidos com a utilização da Análise Termográfica:

  • Mau contato na fiação;
  • Processo de oxidação de peças;
  • Processo de desgaste de componentes;
  • Sobrecarga de circuitos;
  • Baixa lubrificação dos componentes;
  • Atrito elevado entre peças.

Quais as vantagens de se investir nessa técnica?

Para acabar com qualquer dúvida que você possa ter sobre a necessidade de incorporar essa técnica ao seu cotidiano, vamos esclarecer as vantagens que ela proporciona e que podem ser visualizadas logo após sua implementação.

Nesse sentido, é relevante destacar que o processo gera uma economia expressiva para a indústria, que não sofrerá com a troca antecipada de equipamentos por falta de manutenção.

Além disso, ao contratar uma empresa especializada e apta a executar esse serviço, seu negócio desfrutará de outros benefícios importantes. Veja alguns deles:

  • Rápida identificação de problemas capazes de interromper a produção;
  • Reduz os gastos com manutenção;
  • Amplia a vida útil dos equipamentos e das instalações elétricas;
  • Aumenta a segurança no ambiente, evitando curtos e incêndios;
  • Evita que os equipamentos fiquem parados.

Como realizar a Análise Termográfica em seu maquinário?

Depois de todas as informações apresentadas, é provável que você tenha se interessado por esse procedimento e esteja pensando em utilizá-lo em seu cotidiano.

A boa notícia é que, conforme dissemos, a Análise Termográfica é uma técnica muito simples de ser empregada. Além disso, a leitura dos resultados é rápida e bem clara.

Apesar disso, para garantir os melhores resultados e desfrutar de todos os benefícios informados, é imprescindível seguir algumas boas práticas. Confira!

Contrate uma empresa especializada

Como essa atividade é muito importante para o funcionamento e desenvolvimento industrial, é interessante contar com o apoio de profissionais qualificados.

Nesse caso, o ideal é que seja feita a contratação de uma empresa especializada e com experiência em fazer Análises Termográficas. Pesquise as opções à sua disposição e dê preferência para parceiros que atuam com manutenção preditiva e que, claro, tenham os equipamentos necessários.

Elabore um cronograma de inspeções

Esperar que um equipamento dê problema para, somente depois, tomar alguma providência não é uma decisão inteligente. Além de aumentar os custos do negócio, isso interrompe a produção e reduz a vida útil dos equipamentos.

Sendo assim, é importante que a indústria tenha um cronograma de manutenções preditivas e faça a Análise Termográfica com frequência. Dessa forma, você evita transtornos e prejuízos financeiros.

Em resumo, quanto mais cedo você fizer o diagnóstico, mais rápido poderá agir e solucionar o problema. Isso mantém a empresa produtiva e lucrativa.

Agora que você entendeu o que é e como funciona a Análise Termográfica, é capaz de concluir que essa técnica traz muitos benefícios ao setor industrial, garantindo que as manutenções sejam executadas com planejamento e baixa interferência na produção do negócio. Portanto, não deixe de aproveitar o seu potencial!

Gostou deste post? Ainda tem dúvidas sobre o tema? Deixe o seu comentário logo abaixo. Teremos o prazer em ajudá-lo!

Saiba como a engenharia industrial está sendo revolucionada.

O que você sabe sobre o mercado de engenharia industrial atual? Muita coisa está mudando e os profissionais da área devem estar preparados para essa nova etapa. Afinal, a tecnologia pode contribuir para a melhoria do trabalho prestado.

A transformação digital já é uma realidade no mundo contemporâneo e tem seus reflexos em diversos setores da sociedade. Naturalmente, a engenharia não poderia ficar de fora e, também, foi revolucionada.

Leia o post e confira tudo o que é preciso saber sobre essa tendência!

O que é a Indústria 4.0?

A Indústria 4.0, também chamada de 4ª Revolução Industrial, é um conceito que fala sobre o uso de tecnologia no ambiente industrial, visando a automação de tarefas e o compartilhamento de dados.

Essa nova fase é marcada pela larga utilização de recursos e ferramentas inovadoras, como a Internet das Coisas (IoT) e a Computação em Nuvem, sendo essencial para o aprimoramento de inúmeras atividades.

Vale lembrar que, apesar de surgir com o foco nas fábricas, essa tendência se ampliou e, hoje, traz benefícios para vários setores, como saúde e engenharia.

O que é a engenharia industrial?

A Engenharia Industrial é o ramo da engenharia responsável pela estruturação e gerenciamento de sistemas que integram pessoas, ferramentas e energia visando uma maior produtividade.

Em outras palavras, estamos falando de um campo de atuação em que o engenheiro se torna fundamental para a indústria. É ele quem faz o acompanhamento do projeto e execução da infraestrutura da fábrica, englobando a rede elétrica, de água e de gás, por exemplo.

Sendo assim, a engenharia industrial analisa custos, comanda a mão de obra e faz a gestão das instalações e do uso das máquinas e insumos no processo produtivo. Por esse motivo, é uma área dinâmica e que recebe muito apoio da tecnologia.

Tecnologia e engenharia: por que essa é uma combinação de sucesso?

A engenharia não pode ser dissociada da inovação tecnológica. Aliás, se analisarmos as evoluções pelas quais passamos, veremos que desde a saída de uma “sociedade a vapor” até a chegada ao atual cenário, em que robôs e tecnologias são uma realidade, a engenharia esteve presente.

Ainda assim, os profissionais da área são um pouco resistentes e deixam de aproveitar todo o potencial dos recursos à sua disposição.

Mesmo com esse obstáculo a ser superado, não é difícil prever que a tecnologia se tornará um elemento ainda mais indispensável para a engenharia, especialmente aquela relacionada ao ambiente industrial, que já está totalmente integrado à transformação digital.

Mas, afinal, por que essa combinação é tão poderosa? Há muitos motivos para investir na melhoria e automação de processos no setor, principalmente a redução de erros, a economia de recursos e otimização da mão de obra.

Além disso, existem muitas tecnologias que podem impulsionar o dia a dia desses profissionais e todas já estão sendo aplicadas na engenharia, como:

  • Inteligência artificial;
  • Robótica;
  • Internet das coisas;
  • Impressões 3D.

Como a engenharia industrial está sendo revolucionada?

As mudanças proporcionadas pela Indústria 4.0 nos processos de produção e na operação de máquinas e ferramentas deram origem ao que podemos chamar de Engenharia 4.0.

Essa engenharia industrial surgiu para corrigir falhas e atender às demandas de um mercado cada vez mais dinâmico e exigente. Com isso, estamos vivenciando uma verdadeira revolução dentro da manufatura.

Não há como deixar de citar a importância de novas ferramentas para o cotidiano da engenharia. Do chão de fábrica à gestão de projetos, elas estão mudando a forma com que os profissionais atuam, tornando tudo mais rápido e seguro. Veja alguns exemplos:

  • Softwares para gerenciar o tempo e a agenda do profissional;
  • Sistemas de gestão e planejamento de projetos;
  • Programas para desenhos técnicos;
  • Impressoras de modelos 3D;
  • Equipamentos e robôs inteligentes.

Obviamente, quando falamos em tendências e mudanças no dia a dia do engenheiro, é preciso que eles se preocupem com qualificação e atualização profissional. Afinal, eles devem ser capazes de lidar com os recursos e abandonar tarefas e processos manuais.

Como você pode se preparar para essa mudança no mercado?

Como ficou demonstrado, engenharia e tecnologia são conceitos que caminham lado a lado há algum tempo. No entanto, o setor está passando por uma forte onda de automação que merece a atenção dos profissionais em atividade.

Se você atua com engenharia industrial não pode ignorar esse novo cenário. Isso porque a falta de preparo para trabalhar e aproveitar o potencial desses novos recursos pode prejudicar seu crescimento.

Diante disso, para finalizar este post, decidimos trazer algumas dicas para que você fique pronto para exercer suas funções de maneira inovadora. Confira!

Estude e se atualize

Por mais atarefada e cansativa que sua rotina possa ser, é importante investir em novos conhecimentos. Não fique preso à graduação e busque cursos e especializações voltadas para a nova engenharia industrial.

Aprenda a comandar uma equipe

Dentro da fábrica, o engenheiro é um líder e precisa adotar essa postura. Por isso, aprenda a orientar sua equipe com clareza e objetividade, ajudando-a a superar suas limitações e aumentar sua produtividade.

Amplie seus horizontes

Novas tecnologias surgem a todo instante e você deve aprender a expandir seus horizontes e visualizar seus benefícios na prática. Sendo assim, fique de olho nas transformações e recursos e estude maneiras de incorporá-los ao seu cotidiano.

Conte com parceiros inovadores

Se estamos falando de uma revolução dentro da engenharia, é preciso contar com parceiros que entendam do assunto e estejam adaptados a essa nova realidade. Por isso, aposte em fornecedores que usam a tecnologia a seu favor e entregam projetos modernos e de qualidade.

Viu só como o mercado de engenharia industrial está mudando? Atualmente, a tecnologia vem se mostrando essencial para o cotidiano dos profissionais da área, exigindo que eles se preparem e adotem estratégias inteligentes. Já estamos vivenciando essas transformações, por isso não perca mais tempo e invista nessa tendência!


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Termovisão: O que é e como agrega valor à distribuição de energia?

A termovisão é uma técnica que merece ser mais bem estudada. Leia o post e saiba tudo sobre ela!

O nome pode gerar insegurança e dúvidas, mas a termovisão é uma técnica que agrega muito valor à distribuição de energia. Exatamente por isso, é preciso entendê-la melhor e aprender a aproveitar todo o seu potencial.

Qualquer instalação elétrica é uma estrutura complexa e foi projetada para suportar um determinado fluxo de energia. Mas nem sempre as coisas saem como o esperado e, em alguns casos, é possível que aconteça um superaquecimento.

A termovisão é a técnica que o ajudará a se livrar desse problema e garantir a segurança e funcionamento do sistema. Leia o post e tire suas dúvidas sobre ela!

O que é termovisão?

A termovisão é uma técnica que usa equipamentos para ler raios infravermelhos e tornar possível a identificação de áreas de calor em equipamentos e sistemas elétricos.

O objetivo dessa metodologia é permitir que o olho humano consiga identificar o superaquecimento de um componente, instalação, equipamento ou processo. Isso porque a leitura dos raios infravermelhos mostra com clareza onde a temperatura está acima do normal.

Vale a pena lembrar que o infravermelho é uma frequência eletromagnética emitida por qualquer equipamento e é proporcional à sua temperatura. Por isso, torna muito simples e rápida a identificação de situações fora do padrão.

Qual o papel da termovisão na manutenção preditiva?

Também conhecida como termografia, a termovisão é uma técnica de grande relevância para o sucesso das manutenções preditivas.

Os equipamentos utilizados garantem uma rápida e eficiente visualização da elevação da temperatura, o que pode ser muito útil em grandes obras e, também, no setor industrial. Afinal, é possível inspecionar muitos equipamentos em um curto espaço de tempo.

Além disso, ela tem um papel muito importante no processo de planejamento e implementação do cronograma de manutenções nas instalações elétricas de prédios residenciais e comerciais.

Como o seu maior objetivo é reunir dados técnicos e de funcionamento das máquinas e sistemas, ela ajuda a prever problemas e estruturar ações preventivas mais eficientes e produtivas.

Como a termografia agrega valor à distribuição de energia?

Como dissemos, a termografia é uma técnica muito útil para engenheiros elétricos e profissionais da área. Conhecê-la é essencial, já que ela agrega muito valor à distribuição de energia.

Mas, afinal, que tipo de vantagem ela pode proporcionar? Confira!

Evita quedas de energia

Apesar de gerar transtornos e prejuízos, quedas de energia por superaquecimento de instalações elétricas são frequentes, especialmente em empresas e indústrias.

O funcionamento de diversos equipamentos elétricos ao mesmo tempo, somado à incapacidade do sistema para suportar tanto fluxo de energia pode gerar o problema. Para evitá-lo, o uso de equipamentos que captam raios infravermelhos é fundamental.

Aumenta a vida útil dos equipamentos

Como dissemos, a termografia faz parte das técnicas utilizadas em manutenções preditivas e preventivas. Por esse motivo, ela pode contribuir para o aumento da vida útil dos equipamentos elétricos.

A explicação é bem simples: quanto melhor o monitoramento do funcionamento do sistema, mais informações sobre a sua eficiência e produtividade você tem. Dessa forma, é possível trabalhar para garantir que ele dure mais e enfrente menos problemas.

Ajuda a economizar recursos

Um equipamento que enfrenta superaquecimento acaba consumindo mais energia e prejudica o funcionamento de toda a infraestrutura elétrica. Sendo assim, podemos afirmar que a técnica da termovisão pode ajudá-lo a economizar recursos.

Lembrando que, além da redução de custos financeiros, ela atua na otimização do tempo dos profissionais responsáveis pelas manutenções nos equipamentos. Afinal, eles conseguem ver e identificar problemas com mais rapidez e precisão.

Evita acidentes e incêndios

Não é novidade para ninguém que uma das principais causas de acidentes e incêndios em prédios está relacionada ao superaquecimento de equipamentos e instalações, como a de ar condicionado.

Sendo assim, ao investir na termografia você também está aperfeiçoando a segurança no edifício e evitando que desastres aconteçam e gerem prejuízos físicos e financeiros.

Diminui a quantidade de manutenções corretivas

As manutenções corretivas são aquelas executadas quando um problema ou falha acontece. Isso porque, depois de um curto circuito ou pane elétrica, é preciso adotar medidas emergenciais.

Devido às suas características, elas são mais caras e prejudiciais e, portanto, devem ser evitadas. Nesse cenário, a termovisão exerce um papel importante, pois ajuda a identificar problemas preventivamente e a prever a vida útil dos componentes.

Como implementar a termovisão em seu cotidiano?

Agora que você já entendeu como a termovisão é importante para o funcionamento de sistemas e instalações elétricas, é hora de aprender a colocá-la em prática em seu cotidiano.

A melhor notícia é que essa é uma tarefa simples, que pode ser realizada em poucas etapas. Quer descobrir quais são? Confira:

  1. Defina quais são os equipamentos que serão monitorados;
  2. Cadastre esses equipamentos no sistema de monitoramento;
  3. Defina a frequência com que a temperatura será conferida;
  4. Contrate uma empresa especialista no manuseio das ferramentas e coleta de dados;
  5. Analise com atenção os relatórios recebidos;
  6. Fique atento às recomendações dadas pelo profissional responsável;
  7. Elabore um plano de ação para evitar problemas;
  8. Verifique se as suas estratégias corrigiram o problema.

Depois de concluir a leitura deste post, não restam dúvidas de que a termografia é uma grande aliada das manutenções preditivas e preventivas. Ela ajuda a detectar problemas e a evitar uma série de transtornos — que podem ser extremamente prejudiciais para as empresas.

Além disso, é importante destacar que, quando bem empregada e com o apoio de uma empresa séria e com experiência na área, a termovisão ajuda seu negócio a investir no que realmente é necessário, reduzindo desperdícios e perdas financeiras.

Precisa de ajuda com o monitoramento de suas instalações elétricas? Conte com a Eletrorede! Temos profissionais altamente capacitados e experientes para lidar com todas as questões relacionadas ao setor de distribuição de energia. Entre em contato agora mesmo com a nossa equipe!

Manutenção preditiva, preventiva e corretiva: Qual a diferença?

As manutenções são essenciais para o funcionamento de prédios residenciais e comerciais. Conheça os tipos existentes!

Manutenção preditiva, manutenção preventiva e manutenção corretiva. Ao ouvir esses termos, é provável que você se lembre de ter lido a respeito, mas será que consegue diferenciar esses processos corretamente?

Todo edifício, seja ele comercial ou residencial, precisa passar por procedimentos de manutenção. Afinal, o tempo, o uso e diversos aspectos podem afetar o funcionamento dos sistemas elétricos e hidráulicos.

Acontece que há diversas maneiras de cuidar dessas instalações e você precisa conhecê-las melhor. Continue a leitura e tire suas dúvidas sobre o tema!

O que é manutenção preditiva?

A manutenção preditiva é um procedimento que se baseia em dados de monitoramento de sistemas, peças e ferramentas para prever sua vida útil e garantir seu melhor aproveitamento.

Nessa metodologia, é realizado um acompanhamento periódico dos componentes com a finalidade de coletar informações reais sobre as condições de funcionamento, prevendo e evitando falhas.

Para isso, são utilizadas técnicas eficientes e aprofundadas de análise, como verificação de vibração e uso de ultrassom. Ou seja, a manutenção preditiva é a responsável por executar inspeções nas instalações de um prédio e verificar suas condições, além de:

  • Identificar com antecedência a necessidade de manutenção;
  • Evitar desmontagens desnecessárias (apenas para inspeção);
  • Aumentar a vida útil dos equipamentos;
  • Evitar reparos emergenciais e mais caros;
  • Mitigar os danos causados por uma pane na infraestrutura;
  • Reduzir custos com manutenções;
  • Evitar a troca desnecessária e precoce de ferramentas e componentes.

É importante dizer que, com o auxílio da tecnologia, os técnicos conseguem prever o melhor momento para a realização da manutenção. Os dados analisados e o comportamento esperado dos equipamentos ajudam a melhorar essa tomada de decisão.

O que é manutenção preventiva?

A manutenção preventiva é uma intervenção programada que antecipa a ocorrência de falhas, garantindo a conservação do sistema e a correção de problemas que possam afetar seu funcionamento no futuro.

Observe que o objetivo principal desse procedimento é evitar panes em equipamentos, peças e ferramentas. Por isso, ela é executada de forma preventiva, por meio de ajustes, reparos e substituição de componentes.

Essa espécie de revisão — semelhante às revisões periódicas realizadas em automóveis — é planejada com base em informações e orientações dos fabricantes. Nesse caso, são realizados alguns procedimentos, como:

  • Lubrificação do sistema;
  • Substituição de peças;
  • Troca de fiação e disjuntores;
  • Inspeção preventiva em equipamentos e no quadro de energia.

Vale a pena destacar que a desmontagem de ferramentas e componentes para a simples verificação requer tempo e pode ser mais cara. Além disso, em muitos casos, é feita a substituição de itens antes do fim de sua vida útil.

O que é manutenção corretiva?

A manutenção corretiva, como o nome sugere, é um procedimento que tem como objetivo corrigir uma falha do sistema. É feita especialmente quando algum equipamento deixou de funcionar e precisa ser trocado.

Portanto, as ações só são iniciadas quando o problema já se manifestou e não há outra alternativa à disposição. Isso pode ocorrer em duas situações: diante de uma falha inesperada ou com a identificação de um problema.

Sendo assim, não é difícil concluir que esse modelo gera mais custos. Ele deve ser uma exceção na rotina de conservação de prédios, edifícios e casas.

Quais as diferenças básicas entre elas?

Conseguiu entender o que é manutenção preditiva, preventiva e corretiva? Os conceitos apresentados acima são muito importantes para qualquer pessoa e profissional que precise lidar com a manutenção de imóveis residenciais e comerciais.

É sempre bom lembrar que máquinas, estruturas, peças e ferramentas não são eternas. A ação do tempo, da natureza e o próprio uso contribuem para que elas se deteriorem e apresentem falhas ao longo da vida.

Esses três modelos de manutenções servem para controlar e resolver essas questões. Entretanto, muitas pessoas têm dúvidas sobre o assunto e não conseguem diferenciá-las corretamente.

Por isso, preparamos um breve resumo que o ajudará a compreender, de uma vez por todas, o que a manutenção preditiva tem de diferente das demais. Confira!

Manutenção preditiva x manutenção preventiva

Na manutenção preditiva as atividades são executadas com base no estado real da instalação e dos equipamentos sempre com a finalidade de reduzir custos.

Já a preventiva é planejada e costuma ser realizada em um prazo pré-determinado. Ela é útil para identificar falhas com antecedência e pode até ajudar a controlar o orçamento, já que reduz a necessidade de manutenções corretivas.

A diferença básica entre elas é que a manutenção preditiva é aprofundada e conta com técnicas e equipamentos que garantem bons resultados, como ultrassom e câmeras termográficas.

Manutenção preditiva x manutenção corretiva

A manutenção preditiva é um procedimento que não espera o problema acontecer. Por meio de recursos tecnológicos, ela monitora os sistemas e tem informações reais sobre o seu funcionamento, evitando que problemas aconteçam.

Por outro lado, a corretiva é emergencial. Ou seja, ela entra em ação quando a falha já ocorreu e o sistema está inoperante. Assim, com os equipamentos estragados, o prédio tem seu funcionamento comprometido.

Já imaginou o quanto pode ser prejudicial para uma empresa vivenciar uma pane elétrica em sua sede? Os funcionários não conseguirão trabalhar e os clientes ficarão sem atendimento até que o problema seja corrigido.

Entendeu o que a manutenção preditiva, a manutenção preventiva e a manutenção corretiva têm de diferente? As três são importantes para a conservação e funcionamento de sistemas elétricos e hidráulicos, mas é preciso conhecê-las para escolher a mais adequada para cada situação.

Nesse caso, fica a dica: aposte mais na manutenção preditiva, pois os benefícios proporcionados são expressivos e valem os investimentos!

Você sabia que a Eletrorede é expert em soluções em engenharia elétrica? Nós podemos ajudá-lo a manter seu prédio sempre em boas condições. Entre em contato com a nossa equipe agora mesmo!

A importância da periodicidade na poda de árvores

Entenda por que você deve ter um cronograma para a poda de árvores em sua empresa ou condomínio!

A manutenção de prédios comerciais e residenciais requer muitos cuidados, especialmente no que se refere à poda de árvores. Apesar de essenciais para o meio ambiente e nossa saúde, podem afetar a rede elétrica e causar diversos transtornos.

Para que a natureza não atrapalhe o fornecimento de energia e a vegetação seja preservada, a poda é alternativa mais interessante. Saiba mais a seguir!

Por que podar as árvores periodicamente?

A poda de árvores trata a vegetação retirando galhos fracos ou com má formação. Além disso, é um procedimento que controla o crescimento constante, limpa o ambiente e garante a segurança do entorno.

Não é incomum encontrarmos árvores afetando a rede elétrica, causando danos aos imóveis e até gerando risco à população. Por isso, a poda periódica é fundamental para assegurar a convivência equilibrada entre a vegetação e as construções.

Quais os riscos evitados com a poda de árvores?

Conforme destacamos, a poda de árvores periódica pode eliminar uma série de riscos à sociedade e às construções. Esse é um dos principais motivos para investir nesse procedimento e precisa ser bem compreendido.

Veja as principais situações que podem ser evitadas com a implementação de um cronograma de manutenção das áreas verdes de sua empresa ou condomínio:

  • Interrupção do fornecimento de energia elétrica para o prédio;
  • Curto-circuito e, consequentemente, danos aos aparelhos elétricos;
  • Riscos aos pedestres que circulam pelo local;
  • Redução da eficiência do sistema de iluminação existente;
  • Rompimento de cabos da rede elétrica;
  • Aumento da insegurança, em razão da facilitação da ação de bandidos.

Como fazer a poda de árvores corretamente?

A poda de árvores é um procedimento indispensável para qualquer ambiente que tenha uma área verde, independente da quantidade e do tamanho da vegetação.

Além de influenciar no aspecto estético do local, a manutenção periódica garante a convivência harmônica entre a natureza e o desenvolvimento das cidades — a sustentabilidade. Mas, afinal, como ela deve ser feita?

É interessante lembrar que a prefeitura é a responsável pela poda das árvores situadas em locais públicos e deve legislar sobre o assunto. Por isso, antes de cortá-las, é importante verificar se há algum impedimento ou exigência legal.

Já as árvores dentro de propriedades privadas exigem cuidados, como a escolha do profissional responsável pela tarefa.

Ao contrário do que possa parecer, a poda da vegetação não é simples e exige técnica, preparo e equipamentos adequados. Em razão dos sérios riscos existentes no processo, somente empresas capacitadas devem executá-la.

Isso significa que delegar essa tarefa para o jardineiro ou para um auxiliar de limpeza não é uma decisão segura e produtiva. Por não ter experiência, estrutura e habilidade, ele pode se colocar em risco ao se aproximar da rede elétrica ou subir em escadas, por exemplo.

Além do risco à vida e à saúde do profissional, a má execução do processo pode causar:

  • Interrupção do fornecimento de energia;
  • Curtos e danos aos equipamentos elétricos instalados.

Como a Eletrorede Engenharia pode ajudá-lo?

Com ampla experiência e profissionalismo no mercado, a Eletrorede Engenharia é especializada em engenharia elétrica, hidráulica e combate a incêndio em obras de grande, médio e pequeno porte.

Oferecemos aos nossos clientes serviços de infraestrutura personalizado às suas necessidades, em qualquer parte do território nacional.

Temos uma equipe qualificada e de qualidade comprovada que atua pautada na inovação, segurança e respeito ao meio ambiente. Opera, inclusive, no desenvolvimento de projetos de instalações elétricas que observam a existência de árvores no local e garantem a sua preservação e na manutenção das obras.

Ao longo deste post, você descobriu como é importante cuidar da poda de árvores. Essenciais para a sobrevivência humana, é vital que empresas e cidadãos aprendam a conviver com as áreas verdes, aproveitando todo o seu potencial.

Para isso, desde a construção dos prédios até a manutenção periódica do local, é preciso ficar atento ao crescimento da vegetação e cuidar para que os galhos não afetem a rede elétrica e coloquem em risco a vida e a integridade física dos pedestres.

Quer investir em uma manutenção de qualidade para o seu prédio? Confira 4 motivos para contratar as soluções da Eletrorede!

Como fazer uma boa montagem de infraestrutura elétrica?

Montar uma infraestrutura elétrica não precisa ser um problema. Saiba mais neste post!

Uma boa infraestrutura elétrica é fundamental para o correto funcionamento de uma instalação. No entanto, muitos profissionais têm dúvidas sobre as melhores técnicas e requisitos desse projeto.

A verdade é que ela é considerada um elemento vital para edificações comerciais, industriais, hospitalares e até residenciais, pois liga cabos, equipamentos, sistemas de iluminação e de segurança e de circuito interno de TV.

Diante disso, trouxemos para o blog um post que o ajudará a montar uma infraestrutura elétrica com segurança e eficiência. Acompanhe!

Entenda o funcionamento de uma infraestrutura elétrica

A infraestrutura elétrica é essencial para o funcionamento de toda e qualquer obra. Afinal, inúmeros equipamentos e sistemas dependem dela para operar de maneira eficiente e adequada, uma vez que é composta por diversos itens, como:

  • Eletrodutos;
  • Caixas de passagem;
  • Caixa de medidores;
  • Fixadores para cabos;
  • Bandejas elétricas;
  • Leitos elétricos;
  • Eletrocalhas;
  • Suportes.

Vale destacar que uma instalação elétrica pode ser predial, comercial e industrial. Nesse sentido, as grandes diferenças entre elas são a complexidade das instalações e a potência instalada.

Além disso, elas podem ser divididas em três tipos distintos: instalação em tensão reduzida, instalação de baixa tensão e instalação em alta tensão. O projeto elétrico é que define qual a mais adequada e jamais deve ignorar as necessidades do cliente, sua durabilidade e manutenção.

Por fim, devemos observar que, para que a infraestrutura elétrica cumpra com o seu papel, é indispensável que respeite os requisitos técnicos e normativos para cada uma de suas destinações — daí a importância de um apoio técnico e profissional durante o projeto e execução da obra.

Quais são os principais cuidados antes de montar a infraestrutura elétrica?

Antes mesmo de iniciar a montagem da infraestrutura elétrica, é preciso tomar certos cuidados e investir em algumas estratégicas. Essa precaução inicial reduz as chances de problemas no futuro e garante o bom funcionamento da edificação. Confira!

O planejamento e elaboração do projeto

A primeira providência para garantir o sucesso de uma infraestrutura elétrica é o planejamento. Isso porque o tempo gasto com essa etapa reduz o tempo de execução da obra e proporciona bons resultados.

Dessa maneira, não deixe de elaborar o layout básico, de pensar na locação e aquisição dos equipamentos e máquinas necessárias. Além de, claro, organizar o cronograma de elaboração e execução do projeto da instalação elétrica.

A escolha dos materiais

O segundo ponto que merece sua atenção é a escolha dos materiais que serão usados. Nesse caso, é importante observar se eles cumprem com as normas técnicas e se são de boa procedência.

O mercado está repleto de fabricantes, mas nem todos oferecem produtos de qualidade e segurança. Por isso, pesquise e invista em materiais que tenham o selo do Inmetro, garantia do fornecedor e atendam aos seguintes requisitos:

  • Boa durabilidade;
  • Facilidade de instalação;
  • Manutenção ágil e sem burocracia;
  • Peças de reposição de fácil acesso.

A contratação de uma empresa especializada de confiança

O último fator que não pode ser ignorado é a contratação de uma empresa de engenharia com experiência e credibilidade no mercado. Esse apoio profissional fará toda a diferença antes, durante e após a finalização da obra.

Lembre-se de que a infraestrutura elétrica faz parte do projeto e, por isso, deve ser montada de forma adequada e que garanta uma boa vida útil. Afinal, a qualidade técnica da instalação gera economia a longo prazo e ainda evita transtornos.

Como montar uma boa infraestrutura elétrica?

Depois de todas as informações apresentadas, podemos finalmente falar sobre a montagem da infraestrutura elétrica. No entanto, é preciso lembrar que seguir as dicas anteriores conduzirá a um resultado muito mais satisfatório. Por isso, não pule etapas!

Todo o processo deve ser baseado no projeto elaborado com antecedência pela empresa de engenharia, que detém todos os conhecimentos e informações necessárias para a sua correta execução.

Assim, após analisar o local em que serão realizadas as instalações elétricas e as características de cada rede de alimentação e distribuição, o serviço poderá ser executado dentro de um padrão de qualidade e segurança.

A ideia é montar uma infraestrutura eficiente, econômica, que otimize todo o sistema e que garanta a proteção da edificação, seja ela destinada ao funcionamento empresarial, industrial ou residencial.

Nesse contexto, é essencial que a montagem obedeça às normas técnicas em vigor, como a coleta da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do profissional responsável e habilitado para comandar o projeto.

Por fim, para que os resultados sejam satisfatórios, recomenda-se que sejam realizados testes em todas as instalações, verificando se os sistemas estão íntegros e aptos a operar sem o risco de curto-circuito, incêndios e danos aos demais componentes.

Como manter o sistema elétrico funcionando corretamente?

Sempre que uma infraestrutura elétrica é montada, espera-se que ela cumpra com o seu papel e opere dentro da normalidade. Afinal, todo o prédio depende de sua eficácia.

Apesar disso, precisamos lembrar que o tempo e o uso contribuem para a deterioração dos equipamentos e materiais, o que pode conduzir a uma perda de eficiência e segurança do sistema.

Para evitar esse tipo de problema, a melhor estratégia é investir em manutenções preventivas periódicas. É durante esses procedimentos que verifica-se o estado das peças e equipamentos, podendo até detectar possíveis falhas no sistema elétrico.

Ou seja, com o simples cuidado de avaliar o estado da infraestrutura elétrica da edificação, consegue-se minimizar consideravelmente os transtornos causados pela ação do tempo e do uso do sistema.

Neste post, você descobriu que montar uma infraestrutura elétrica é assunto sério. Por ser um componente essencial para o funcionamento de edificações, é necessário atenção, experiência e conhecimento para realizar o procedimento. Por isso, não arrisque e invista na contratação de uma empresa especializada e com credibilidade nesse segmento.

A Eletrorede é expert em soluções em engenharia elétrica e pode ajudá-lo com essa tarefa. Entre em contato agora mesmo e elimine essa preocupação em sua obra!

 

 

Tratamento de óleo isolante: o que você precisa saber?

O que você sabe sobre o tratamento de óleo isolante? Leia o post para se informar melhor sobre o assunto!

O óleo isolante é um material fundamental para o adequado funcionamento de equipamentos elétricos, como transformadores, reatores de potência e capacitores. Mas você sabia que é necessário investir no tratamento dessa substância?

Continue lendo “Tratamento de óleo isolante: o que você precisa saber?”

Proteção contra sobrecorrente: tudo o que você precisa saber!

Para garantir a eficiência e a segurança de circuitos elétricos, é importante entender mais sobre a proteção contra sobrecorrente. Confira!

A sobrecorrente é um problema relativamente comum no cotidiano de quem atua com sistemas elétricos. No entanto, precisa ser combatida com seriedade e responsabilidade, já que traz consequências perigosas.

A proteção contra esse tipo de situação deve fazer parte do projeto de instalação elétrica e ser capaz de escolher corretamente o dispositivo adequado para essa função, levando-se em consideração todas as regras e normas para a área.

Se você tem dúvidas sobre o tema ou gostaria de ampliar seus conhecimentos, a hora é agora. A seguir, selecionamos tudo o que é importante saber sobre proteção de sobrecarga e curto-circuito. Confira!

Continue lendo “Proteção contra sobrecorrente: tudo o que você precisa saber!”